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Dicas de saúde

03 de Dezembro de 2012

Pancreatite

A pancreatite (pâncrea = relativo ao pâncreas; ite = inflamação aguda de início súbito) tem duas causas principais: o alcoolismo e a litíase biliar ("pedras na vesícula"), que podem migrar por um canal em comum com o pâncreas, causando a inflamação do mesmo. A pancreatite pode ter grau entre leve e severa, sendo leve na maioria das vezes.
 
TRATAMENTO
É sempre em regime hospitalar - quanto mais precoce melhor a evolução. Nos casos de pancreatite leve, o tratamento, normalmente, é dar suporte ao paciente e "descanso" ao pâncreas, sempre em jejum, até que o mesmo se recupere. Nesse período, são administrados líquidos na veia com nutrientes e vitaminas e em alguns casos antibióticos. Nos casos graves, o paciente necessita de cuidados intensos em UTI e alguns casos até de cirurgia.

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03 de Dezembro de 2012

Doença do Refluxo Gastroesofágico

A Doença do Refluxo Gastro Esofágico (DRGE) é a doença digestiva mais freqüente e acontece em até 50% da população. A DRGE se expressa clinicamente pela Pirose ("Azia"), Regurgitação ("golfada") e Disfagia ("dificuldade de engolir alimentos"). Porém, também existem condições atípicas da DRGE como dor torácica, asma, tosse crônica, rouquidão, problemas de cordas vocais e laringite. Cerca de 80% dos pacientes com DRGE são passíveis de tratamento clínico. O exame de endoscopia faz, geralmente, diagnóstico de complicação do refluxo (esofagite - eso= relativo ao esôfago/ite= relativo à inflamação). Entretanto, há outros exames como a Phmetria e a Manometria Esofágica, que indicam ou confirmam o diagnóstico da Doença do Refluxo Gastro Esofágico. A DRGE é uma condição que acompanha o doente toda a vida, com fases de melhora e de piora. Porém, 20% desses podem vir a necessitar de tratamento cirúrgico.
Hoje em dia, a operação é realizada por videolaparoscopia sem abrir o abdômen ou cortar o estômago e rápida recuperação. É praticamente uma cirurgia plástica intra-abdominal.

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03 de Dezembro de 2012

Gastrite

A gastrite (gastro - relativo ao estômago/ ite - inflamação) se caracteriza pela inflamação da mucosa do estômago. Às vezes, há a presença de pólipos (hiperplasias de caráter benigno) e de uma bactéria chamada Helicobacter Pylori, presente em alimentos (frutas, verduras e legumes). Por isso, estes devem ser bem lavados ou cozidos antes de consumidos. Não há como evitar o contágio, pois ela também se fixa na placa gengival e pode ser transmitida através do beijo e contato direto (talheres, copos, etc...).
 
SINTOMAS
Os sintomas mais comuns são sensação de queimação no estômago, dor aguda, azia, arrotos e dispepsia (sensação de peso no estômago após as refeições). Os fatores mais comuns causais da gastrite podem ser fumo, álcool, café, condimentos enlatados, má higiene alimentar e longos períodos de jejum. Os estados de ansiedade, angústia e nervosismo são também grandes causadores.
Chama a atenção, hoje em dia, como causa mais comum, o emprego de medicamentos como derivados do acetilsalicílico (aspirina), anti-inflamatórios em geral, corticóides e antibióticos. Por isso, deve-se evitar a automedicação.
 
TRATAMENTO
Após diagnóstico dado através de endoscopia, inicia-se um tratamento feito através da combinação recomendada pelo seu médico.
Importante: Há relação entre a gastrite e a sensação de "boca amarga" e halitose (=mau hálito). Esses sintomas estão também relacionados, dentre as inúmeras causas a um possível Refluxo Gastro Esofágico, isto é, o refluxo do conteúdo do estômago para o esôfago, que pode ser diagnosticado através da Endoscopia e, recentemente por exames mais detalhados como a Phmetria e a Manometria Esofágica.

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03 de Dezembro de 2012

Flatulência (Gases)

A formação de gases no intestino ocorre pela decomposição dos alimentos que ingerimos. Primeiro ocorre a digestão, onde o alimento é "quebrado" e os nutrientes absorvidos. Depois, a flora bacteriana, que vive naturalmente no intestino, "come" os resíduos, isto é, decompõe o alimento, formando as fezes. Durante essa decomposição, ocorrem reações químicas que produzem os gases.
A formação de gases é constante e independe do tipo de alimento. Agora, dependendo do alimento, o volume de gases formado pode variar. Grãos, batata, carne, bebidas gasosas e chicletes, entre outros, colaboram na formação maior desses gases.
 
TRATAMENTO
Evite comer os alimentos que provocam a produção de gás, como por exemplo damasco, feijão, ervilha, lentilha, cereais, repolho, derivados do leite (para alérgicos à lactose), ovo, ameixas, sorbitol (um tipo de adoçante artificial)
Elimine apenas os alimentos que provocam gases em você. Faça durante alguns dias uma lista dos alimentos que você come e anote quando e quantas vezes teve gases. Assim você identificará quais os alimentos que lhe causam flatulência.

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03 de Dezembro de 2012

Hepatite

São reconhecidos seis vírus causadores da hepatite: A, B, C, Delta, E e G. Independente do agente viral envolvido na causa da hepatite, o quadro clínico é bastante semelhante e pode ser dividido em três fases distintas:

Período de incubação: vai desde o contato com o vírus até o aparecimento da primeira manifestação clínica. É variável, conforme o agente etiológico envolvido.
Período prodômico (duração de 5 a 7 dias): caracterizado por manifestações inespecíficas como febre baixa, artragias, náuseas, vômitos, cefaléia.
Período de estado: ocorre melhora dos sintomas gerais.
 
TRANSMISSÃO
 - Hepatite A - Fecal-oral, contaminação de água e alimentos (epidêmica)
 - Hepatite B - Principalmente por sangue e derivados, sexual e vertical (mães portadoras transmitem aos recém-nascidos no momento do parto)
 - Hepatite C - Sangue e derivados (a transmissão sexual parece ser pouco importante)
 - Hepatite Delta - Via parenteral (sangue), sendo encontrada com maior freqüência em usuários de drogas injetáveis (transmissão simultânea à do vírus da Hepatite B);
 - Hepatite E - Fecal-oral, caracterizando-se por surtos epidêmicos relacionados à contaminação de água, sobretudo em países do Terceiro Mundo
 - Hepatite G - Parenteral (sangue e derivados).
 
TRATAMENTO
As hepatites agudas virais não têm tratamento específico. Para os casos crônicos existe tratamento com interferon e ribavirina para a hepatite B e interferon para evitar cronificação da hepatite C. Medicações sintomáticas devem ser prescritas para combater às náuseas, vômitos e febre.

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03 de Dezembro de 2012

Doença Diverticular

A Doença Diverticular dos Cólons é uma condição comum que afeta cerca de 50% das pessoas com mais de 60 anos. Os divertículos são pequenas bolsas da mucosa intestinal que, ao apresentar inflamações, caracterizam a diverticulite.

 
SINTOMAS
Dor abdominal (parte inferior em geral à esquerda do abdômen), diarréia ou obstipação (prisão de ventre), cólicas - em alguns casos sangramento retal - febre e mudança súbita no ritmo intestinal. Estes sintomas, quando ocorrem, são difíceis de distinguir de uma outra doença do cólon, que é a Síndrome do Cólon Irritável.
 
DIAGNÓSTICO
Dor abdominal (parte inferior em geral à esquerda do abdômen), diarréia ou obstipação (prisão de ventre), cólicas - em alguns casos sangramento retal - febre e mudança súbita no ritmo intestinal. Estes sintomas, quando ocorrem, são difíceis de distinguir de uma outra doença do cólon, que é a Síndrome do Cólon Irritável.
 
PREVENÇÕES
Aumento na ingestão de fibras (dieta rica em fibras), reduzindo a pressão dentro do cólon e evitar o uso de laxativos. Evitar também alimentos que produzem gases (damasco, feijão, ervilha, lentilha, cereais, repolho, etc...).
 
TRATAMENTOS
Consiste no uso de antibióticos, dieta especial e em alguns casos adota-se a cirurgia, que é reservada para os casos com sintomas mais intensos (perfuração do intestino, abscesso ou a formação de uma fístula) ou quando não há resposta ao tratamento clínico. Na Gastromed, o tratamento cirúrgico é realizado, na maioria dos casos por videolaparoscopia, sem necessidade de abrir ou cortar o abdômen.

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03 de Dezembro de 2012

Câncer de Estômago

A incidência é variável, de acordo com a região geográfica, na dependência dos hábitos sociais e alimentares da população. É freqüente no Brasil, sendo a segunda causa do câncer no sexo masculino e o quarto entre o sexo feminino. Em São Paulo, é o primeiro em freqüência no sexo masculino.
 
FATORES DE RISCO
Fumo, alimentos preservados no sal, defumados e condimentos, gastrectomia, história familiar e pólipos gástricos, adenomas. Também devem ser considerados os alimentos contaminados com fungos que produzem aflatoxinas (substâncias cancêrogênicas). Dentre os fatores protetores, destacamos os vegetais e as frutas frescas.
 
TRATAMENTO
O início do câncer costuma ser silencioso, podendo ocorrer dor epigástrica (dor na boca do estômago), relacionada ou não com a alimentação. Com a evolução, aparecem anorexia e emagrecimento (falta de apetite). A disfagia (dificuldade de engolir) e vômitos aparecem, em geral, em lesões na junção esofagogástrica ou antro. O quadro clínico sugestivo e a Endoscopia Digestiva Alta com biópsia gástrica definem o diagnóstico.
Após o estabelecimento do diagnóstico, deve-se efetuar o estadiamento pré-operatório (análise da extensão da doença e avaliação de lesões à distância). O estadiamento clínico permite a escolha da melhor conduta terapêutica. O tratamento é CIRURGICO. A Quimioterapia somente deve ser usada em casos de exceção.

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14 de Novembro de 2012

Problema da má digestão

Uma parcela significativa da população brasileira sofre de problemas de má digestão. As causas estão geralmente nos hábitos alimentares, no stress e no estilo de vida. Para se ter uma avaliação correta do quadro, é de suma importância que se consulte um médico e que não se tome remédios por conta própria. Porém, sabe-se que, na grande maioria dos casos, as pessoas acabam se automedicando.

Estes medicamentos, disponíveis em farmácias, podem, num primeiro momento, aliviar os sintomas a curto prazo. No entanto, se eles forem mais intensos e voltarem com freqüência, isto mostra que o tratamento não está sendo suficiente.

Antes de ir ao médico, tente modificar seus hábitos. Caso o problema persista, é hora de procurá-lo. Aqui seguem algumas dicas para minimizar este tipo de problema através da mudança de hábitos:

1. Evitar excesso de comida ou alimentos pesados ou gordurosos é a regra número 1. Prefira refeições bem balanceadas, em horários regulares.

2. Não se deite no período de duas a três horas depois de ter feito a refeição.

3. Alimentos que prejudiquem a digestão devem ser evitados. Podemos listar, entre outros: carnes gordurosas, alimentos muito temperados, chocolate, café, suco de laranja, refrigerantes, bala de menta, etc...

4. Pare de fumar (este conselho vale não somente para a digestão, mas também para a saúde do organismo como um todo).

5. Tente chegar ao seu peso ideal de acordo com sua estatura e faixa etária.

6. Pratique exercícios físicos regularmente.

7. Evite roupas apertadas.

8. Durma de 7 a 8 horas por dia.

9. Seja mais sociável e comunicativo

Postado por: Ricardo

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