Dicas de saúde

03 de Dezembro de 2012

Câncer de Estômago

A incidência é variável, de acordo com a região geográfica, na dependência dos hábitos sociais e alimentares da população. É freqüente no Brasil, sendo a segunda causa do câncer no sexo masculino e o quarto entre o sexo feminino. Em São Paulo, é o primeiro em freqüência no sexo masculino.
 
FATORES DE RISCO
Fumo, alimentos preservados no sal, defumados e condimentos, gastrectomia, história familiar e pólipos gástricos, adenomas. Também devem ser considerados os alimentos contaminados com fungos que produzem aflatoxinas (substâncias cancêrogênicas). Dentre os fatores protetores, destacamos os vegetais e as frutas frescas.
 
TRATAMENTO
O início do câncer costuma ser silencioso, podendo ocorrer dor epigástrica (dor na boca do estômago), relacionada ou não com a alimentação. Com a evolução, aparecem anorexia e emagrecimento (falta de apetite). A disfagia (dificuldade de engolir) e vômitos aparecem, em geral, em lesões na junção esofagogástrica ou antro. O quadro clínico sugestivo e a Endoscopia Digestiva Alta com biópsia gástrica definem o diagnóstico.
Após o estabelecimento do diagnóstico, deve-se efetuar o estadiamento pré-operatório (análise da extensão da doença e avaliação de lesões à distância). O estadiamento clínico permite a escolha da melhor conduta terapêutica. O tratamento é CIRURGICO. A Quimioterapia somente deve ser usada em casos de exceção.

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03 de Dezembro de 2012

Hepatite

São reconhecidos seis vírus causadores da hepatite: A, B, C, Delta, E e G. Independente do agente viral envolvido na causa da hepatite, o quadro clínico é bastante semelhante e pode ser dividido em três fases distintas:

Período de incubação: vai desde o contato com o vírus até o aparecimento da primeira manifestação clínica. É variável, conforme o agente etiológico envolvido.
Período prodômico (duração de 5 a 7 dias): caracterizado por manifestações inespecíficas como febre baixa, artragias, náuseas, vômitos, cefaléia.
Período de estado: ocorre melhora dos sintomas gerais.
 
TRANSMISSÃO
 - Hepatite A - Fecal-oral, contaminação de água e alimentos (epidêmica)
 - Hepatite B - Principalmente por sangue e derivados, sexual e vertical (mães portadoras transmitem aos recém-nascidos no momento do parto)
 - Hepatite C - Sangue e derivados (a transmissão sexual parece ser pouco importante)
 - Hepatite Delta - Via parenteral (sangue), sendo encontrada com maior freqüência em usuários de drogas injetáveis (transmissão simultânea à do vírus da Hepatite B);
 - Hepatite E - Fecal-oral, caracterizando-se por surtos epidêmicos relacionados à contaminação de água, sobretudo em países do Terceiro Mundo
 - Hepatite G - Parenteral (sangue e derivados).
 
TRATAMENTO
As hepatites agudas virais não têm tratamento específico. Para os casos crônicos existe tratamento com interferon e ribavirina para a hepatite B e interferon para evitar cronificação da hepatite C. Medicações sintomáticas devem ser prescritas para combater às náuseas, vômitos e febre.

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03 de Dezembro de 2012

Doença Diverticular

A Doença Diverticular dos Cólons é uma condição comum que afeta cerca de 50% das pessoas com mais de 60 anos. Os divertículos são pequenas bolsas da mucosa intestinal que, ao apresentar inflamações, caracterizam a diverticulite.

 
SINTOMAS
Dor abdominal (parte inferior em geral à esquerda do abdômen), diarréia ou obstipação (prisão de ventre), cólicas - em alguns casos sangramento retal - febre e mudança súbita no ritmo intestinal. Estes sintomas, quando ocorrem, são difíceis de distinguir de uma outra doença do cólon, que é a Síndrome do Cólon Irritável.
 
DIAGNÓSTICO
Dor abdominal (parte inferior em geral à esquerda do abdômen), diarréia ou obstipação (prisão de ventre), cólicas - em alguns casos sangramento retal - febre e mudança súbita no ritmo intestinal. Estes sintomas, quando ocorrem, são difíceis de distinguir de uma outra doença do cólon, que é a Síndrome do Cólon Irritável.
 
PREVENÇÕES
Aumento na ingestão de fibras (dieta rica em fibras), reduzindo a pressão dentro do cólon e evitar o uso de laxativos. Evitar também alimentos que produzem gases (damasco, feijão, ervilha, lentilha, cereais, repolho, etc...).
 
TRATAMENTOS
Consiste no uso de antibióticos, dieta especial e em alguns casos adota-se a cirurgia, que é reservada para os casos com sintomas mais intensos (perfuração do intestino, abscesso ou a formação de uma fístula) ou quando não há resposta ao tratamento clínico. Na Gastromed, o tratamento cirúrgico é realizado, na maioria dos casos por videolaparoscopia, sem necessidade de abrir ou cortar o abdômen.

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